terça-feira, 29 de novembro de 2011

Se está cansado de bolinho de chuva, experimente a broa do genro…

 

Senhoras e senhores, tenho o imenso prazer de apresentar a “ Broa do genro “, o nome foi dado por ele mesmo. Segundo ele é a melhor do Brasil, como não viajei o País inteiro provando broas, vou acreditar nele.   Porém , mesmo sendo genro, a receita dele teve que passar pelos mesmos testes probatórios por que passam todas as outras antes de serem publicadas aqui. É um compromisso de respeito que tenho com meus visitantes e leitores – só publico receitas que testei antes e aprovei, seja pela simplicidade, praticidade, ingredientes de qualidade e principalmente pelo sabor.

A receita do genro passou por essas etapas e foi aprovada. É uma broa fácil de fazer, a massa não dá trabalho para atingir o ponto certo, o que em broas,  é fundamental, é fácil de modelar, tem bom crescimento e o que é melhor é muito saborosa. Como qualquer broa que se preze pede um café de qualidade para acompanhar. Eu prefiro um arábica, mas vai do gosto de cada um.

A massa pode ser congelada, já modelada, para assar depois. Assim quando chegar uma visita inesperada, ligue o forno, coloque a broa e faça o café. À receita original dele acrescentei 1 colher de erva-doce, já que tem muito sangue português correndo em minhas veias e não consigo ficar sem especiarias. Quem não gosta de erva-doce faz a receita original. Ele modela usando uma manga de confeiteiro, mas eu não iria jamais passar por tal trabalheira, segui então meu método antiguinho mesmo de modelar broas, que consiste em colocar um pouco de fubá mimoso em uma chávena, depois uma colher, de sobremesa, de massa, mais um pouco de fubá e sacudir delicadamente. Aí é só colocar no tabuleiro untado e enfarinhado.

Essa receita deve ser feita com fubá de moinho , caso contrário , segundo ele, não dá ponto. Como só uso tanto fubá de milho como de arroz, artesanais, não testei com outro.Fiz só meia receita e rendeu bastante.

Ingredientes 

Fubá de canjica             220g

Farinha de trigo             220g

Óleo de milho                400ml

Água                             800ml

Açucar cristal                300g

Sal           1 colher, das de chá

Ovos grandes        10 unidades

Misturar  o fubá, a farinha de trigo, o sal e o açucar em uma tigela. Levar ao fogo a água e o óleo, quando estiverem quentes, tire da chama, acrescente a mistura de fubá, mexa bem e leve novamente ao fogo moderado, mexendo sempre até aparecer  uma crosta nofundo da panela. Retire para uma bacia para esfriar mais depressa.Quando a temperatura estiver suportável vá acrescentando os ovos, 6  de uma vez e depois 1 a 1, até dar o ponto, que é de uma massa mole e pegajosa, porém lisa .Deixe descansar cerca de 15’ antes de modelar, fica mais fácil.

O forno deverá estar preaquecido a 180°. Resista à tentação e não abra durante os primeiros 15’. Quando estiverem bem douradas, tire do forno e coloque o tabuleiro sobre uma grade para esfriar um pouco, depois retire as broinhas com uma espátula e coloque diretamente nas  grades de biscoito para esfriar.

Quase esqueci, o nome do genro é Omar.

segunda-feira, 28 de novembro de 2011

Appliqué, dúvidas e mais dúvidas.

 

Muitas têm sido as dúvidas sobre o appliqué, a começar pelo nome. O appliqué nada mais é do que a antiga técnica de aplicação que mudou de nome, foi afrancesada, mas é a mesma do tempo da vovó. Até os pontos continuam os mesmos, e se sobreviveram por tanto tempo é porque funcionam. É claro que hoje existem as sofisticadas máquinas que bordam com perfeição e com incrível rapidez. Mas, convenhamos, um bordado à mão tem sempre mais valor, além do mais é uma maneira de ocupar algum tempo ocioso. Eu, por exemplo, não consigo ver tv com as mãos vazias, acho um grande desperdício, então tenho sempre preparado algum bordado para fazer nessas horas.Uma maneira de organizar melhor o tempo é tirar um dia para escolher riscos, selecionar tecidos, montar uma porção de aplicações e ir bordando à medida que o tempo surgir.

A grande revolução na técnica de aplicação aconteceu com os facilitadores que surgiram principalmente com a maior difusão do patchwork aqui no solo da Pátria Amada. Primeiro foram as colas de tecido, os sprays de adesivo temporário, as entretelas com uma face colante e depois a grande descoberta - as entretelas dupla-face. Falando assim parece fácil, mas demorou um pouco. Até alguns anos atrás só se conseguia comprar a famosa Heatn Bond, nas grandes cidades, onde havia lojas que importavam o produto, aqui no coração do Brasil nem pensar. Os lojistas até riam da gente, pensando que éramos malucas ao pedir que comprassem tal apetrecho. Assim ainda tínhamos que pagar frete.

figos, mudas etc 040

Felizmente os mal reconhecidos pesquisadores brasileiros houveram por bem nos presentear com uma entretela dupla-face, genuinamente nacional e que funciona às mil maravilhas, além do excelente custo-benefício, comparada com as similares importadas, é a Teclabel.

Como ainda tenho alguns metros da iimportada pude fazer essa semana uma comparação entre as duas.

Para não me alongar demais, farei outro post sobre o assunto, por ora passo o  link  de um vídeo que o Sr. Renato Samarco, do departamento de vendas da TECLABEL, gentilmente me enviou e permiitiu a publicação.

Meus agradecimentos a ele, que prometeu mandar outros.

http://www.youtube.com/watch?v=PwaJVgeqiKw&feature=channel

sexta-feira, 25 de novembro de 2011

Mais scraps…

 

Enquanto nos distraímos, conversamos, bordamos, costuramos… os retalhos vão se multiplicando. Aí precisamos parar um pouco, organizá-los, fazer planos para saber como vamos utilizá-los e por fim cumprir as metas, o que é mais importante, caso contrário nunca chegaremos a lugar algum.

Eis aqui mais uma amostra do que se pode fazer com os famigerados  “scraps”. Não fui eu que fiz, foi a Sueli, e ela faz questão de frisar que não cortou nenhum tecido, fez tudo com retalhos de outros trabalhos.

A técnica usada foi a foundation. De entretela bem fina e sem cola foram cortados quadros de 24cm. Riscado com régua da  largura desejada, e depois é só costurar o 1º retalho e ir sobrepondo os outros.

Depois de prontos os quadros pode-se emendar com ou sem moldura. Ela está fazendo uma colcha e serão necessários 56 quadros.

Quem tiver uma boa quantidade de retalhos já pode por mãos à obra, e quem não tiver pode ir fazendo aos poucos e ir guardando até completar a quantidade necessária .

segunda-feira, 21 de novembro de 2011

Aproveitando as dádivas da natureza

 

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Caminhar de volta à natureza não é algo muito fácil, temos que buscar tudo o que deixamos para trás quando iniciamos nossa jornada rumo à “modernidade”. As gerações mais novas já nasceram em plena era moderna e  nem chegaram a conhecer a delícia de colher fruta no pé e saboreá-la ali mesmo.  Até alguns anos atrás as árvores tinham época certa para frutificar, ficávamos então ansiosos à espera do tempo de determinada fruta. Agora, vai-se ao supermercado e encontra-se todo e qualquer tipo de fruta,  em qualquer época do ano. É bem verdade  que não possuem o mesmo sabor pungente, mas para quem nunca conheceu outras, está muito bem.  Só sentimos falta do que conhecemos um dia, e é esse o fator que impulsiona nossa vontade de resgatar a cultura orgânica. Não é apenas uma questão de alimentos, mas de qualidade de vida total, ..” com tempo para colher e tempo para deixar de colher”

Tenho me esforçado para viver assim, aproveitando as dádivas conforme me são enviadas. Então quando tenho muitas bananas, faço doce, pão, bolo, torta  e especialmente sorvete que adoro, tem uma receita da Cinara   que é excepcional.Com as mangas, a mesma coisa, e agora chegou o tempo de acerola. Tenho 2 pés, que frutificam de 3 a 4 vezes por ano, mas em grande quantidade. Aprendi que devemos deixar sempre 25% do frutos para os pássaros, então fiz um acordo de deixar os mais difíceis de pegar para eles.

Quando vou fazer suco, tenho por hábito ir colhendo aos poucos, lavando, processando, embalando e guardando, para evitar que amassem se a quantidade for grande e preservem melhor o frescor sendo congelados imediatamente. Acreditem, isso dá trabalho e toma muito tempo. Sábado passei o dia inteiro nessa tarefa, quando pensava que tinham acabado as acerolas, ainda tinha mais. Ainda bem que só um pé frutificou, o outro ainda está florescendo. Tinha decidido fazer um sorvete, mas estava tão cansada que fiz mesmo aquele modelinho básico da Nestlé.

  • 1 lata de leite condensado
  • 1 lata de suco super concentrado de acerola
  • 1 lata de creme de leite
  • 1 colher de suco de limão

Coloquei os ingredientes numa tigela de vidro, misturei tudo com um fouet, até ficar bem homogêneo, cobri com filme plástico e deixei na geladeira até o dia seguinte. Coloquei na sorveteira e bati por 30’. Levei ao freezer e ficou delicioso. Quando estava batendo acrescentei uma colher de vodka porque gosto do sorvete mais macio, mas é só uma questão de gosto totalmente opcional. Enfeitei as taças com hortelã fresco e não resisto e vou mostrar meu canteiro de hortelãs.

Nota: Meu suco de acerola é muito concentrado, coloco água só o suficiente para bater as frutas, fica bem espesso.

É muito refrescante e tenho certeza que vai fazer sucesso no verão.

domingo, 20 de novembro de 2011

Pão de canela , passas e castanhas

 

Há certos ingredientes que combinam entre si com uma perfeição inacreditável. Pode-se dizer que são almas gêmeas. Por exemplo, maçã com canela, banana com passas, banana com canela,  nozes com chocolate, passas com vinho do Porto, chocolate com tudo…

Durante os exercícios de caminhada ou corrida, algumas pessoas ouvem música, outras aproveitam para rezar o terço, outras conversam com o companheiro do lado, cada um acha a atividade que lhe dar mais prazer durante esses momentos em que se dedicam a si próprios e à busca de uma vida mais saudável. Eu, não me envergonho em dizer, penso em comidas, em sabores, mais precisamente, ocupo minha mente inteiramente na busca de novas combinações de sabores. E por vezes me surpreendo ao sentir até o cheiro e o sabor de determinadas combinações. 

Foi assim que comecei a amadurecer a idéia de um pão com o aroma da canela (uma de minhas especiarias prediletas), o sabor das passas demolhadas em vinho Madeira e a crocância de alguma castanha. Pensei primeiro em nozes, mas como já tinha aberto um pacote de castanhas de caju para um bolo, decidi aproveitá-las. Sei que há pessoas que não gostam ou não acham correto o uso de bebidas alcoólicas até mesmo no preparo de alimentos. Quando aquecido, o álcool evapora, ficando apenas o chamado “espírito” da bebida, isto é, o sabor. Mas cada um deve seguir suas próprias orientações, assim como tenho minhas convicções, cada um tem as suas e deve seguí-las para ser mais feliz. Se não quiser usar vinho, demolhe as passas em água. O que interessa mesmo é que a combinação dos ingredientes ficou muito boa, bem como a apresentação, a textura e o sabor. Casa muito bem com um chá , muito embora minha primeira escolha seja sempre um delicioso café. Confesso que adoro o cheiro de café e a sensação de bem estar que a cafeína proporciona. Pronto, falei…ou melhor confessei, sou mais uma dependente de cafeína.

Ingredientes

Água fria                              220g

Leite em pó                           10g

Sal marinho                            6g

Manteiga sem sal                 20g

Gema de ovo           2 unidades

Açucar demerara                 60g

Canela em pó      1 colher de chá

Farinha de trigo para pães  500g

Fermento seco instantâneo    12g

Ingredientes para o recheio e cobertura

Castanhas picadas                150g

Passas escuras                     100g

Clara de ovo                 1 unidade

Manteiga sem sal                  50g

Canela em pó para polvilhar

Siga seu modo preferido para fazer a massa. Depois de crescida, coloque sobre uma superfície enfarinhada, abra em forma de retângulo, espalhe uma generosa camada de manteiga. uma de castanhas picadas ( picadas, não moídas), passas previamente demolhadas e polvilhe canela em pó. Enrole como rocambole, fechando bem as extremidades. Coloque em forma de pão ou bolo inglês, pincele clara misturada com 2 colheres de água e polvilhe castanhas picadas .Deixe crescer por 50’ e leve a assar em forno preaquecido a 220º. Após 15’ reduza para 180 graus e deixe por mais 30’, ou até que esteja bem assado. Desenforme e coloque sobre uma grade para esfriar bem.

sábado, 19 de novembro de 2011

Pão de hamburguer

 

 

Não há como negar, o famoso pão de hamburguer, além de prático é muito saboroso, uma unanimidade entre crianças, adolescentes e adultos. Tem um visual bonito, aceita uma infinidade de recheios, pode ser saboreado com uma simples fatia de queijo e uma folha de alface para aqueles que estão de dieta , ou podem abarcar uma grande variedade de complementos  por aqueles que levam uma vida mais ativa ou sofrem um desgaste maior de energia.

É fácil de fazer e podemos enriquecer a massa com a adição de grãos variados, que de outra maneira talvez deixassem de ser ingeridos. É uma massa leve, fácil de trabalhar efica um pão bem aerado, o que é bom para absorver recheios como maionese e patés. Gosto sempre de mostrar o pão cortado, para que possa se visualizar a parte interna e julgar melhor se a referida massa vai agradar.

Ingredientes

Água fria                                         220g

Açucar cristal                                   25g

Sal  marinho                                      8g

Manteiga sem sal                            30g

Leite em pó                                     15g

Farinha de trigo para pães           500g

Fermento seco instantâneo             8g

Linhaça                               2 colheres

Não usei a MFP para fazer esse pão. Misturei os ingredientes na planetária, depejei a massa na bancada enfarinhada e fui sovando e acrescentando mais um pouquinho de farinha quando começava a grudar muito. Sovei por 10 ‘, sempre testando o ponto de véu de glúten, o principal indicador de que a massa está pronta para ser posta a levedar. Coloquei então em uma vasilha bem maior que a quantidade de massa, cobri com um plástico e deixei crescer por 1h30min.  Pus a massa na bancada enfarinhada, tirei o ar e dividi em pedaços mais ou menos iguais, se quiser pode usar a balança para que todos fiquem do mesmo tamanho.  Modelei, pincelei com 1 clara misturada com 2 colheres de água , polvilhei gergelim com casca e coloquei em assadeiras baixas, untadas e enfarinhadas. Deixei descansar mais 40min. Levei ao forno preaquecido, a 220° por 15min, reduzi para 180 e deixei até que estivessem assados e dourados.

Se quiser congelar, espere que estejam bem frios, embale em saco plástico próprio para congelamernto, ou em papel alumínio e leve ao freezer. Para descongelar é só deixar em temperatura ambiente , fora da embalagem.

quarta-feira, 16 de novembro de 2011

Temperança

 

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A temperança é uma das minhas palavras prediletas. Sinto um certo deleite ao pronunciá-la como se me envolvesse em graça divina. Mesmo sem levar em conta seu significado, o simples som que ela produz já nos conecta com algo maior ou melhor, como queiram.

Tem origem no latim  temperare , significa equilibrar, temperar, moderar. Tudo a ver com comida, afinal se não equilibrarmos os diversos ingredientes, nunca conseguiremos chegar a um resuiltado perfeito.

Tudo a ver com a vida também, não se pode viver plenamente sem moderação e equilíbrio. A Temperança é uma das virtudes cardinais, ao lado da Justiça, Fortaleza e Prudência.  Pelo menos teoricamente , são essas as virtudes que deveriam nortear o ser humano em sua jornada terrena, ” são perfeições habituais e estáveis da inteligência e da vontade humanas, que regulam os nossos actos, ordenam as nossas paixões e guiam a nossa conduta segundo a razão e a . Adquiridas e reforçadas por actos moralmente bons e repetidos, são purificadas e elevadas pela graça divina”. É isso que aprendemos no catecismo, mas nem sempre é o que levamos pela vida afora. Se vivêssemos todos à sombra dessas virtudes é claro que o mundo não seria essa sucessão de catástrofes e maldades.

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Para ilustrar este post  nada melhor do que a flor do maracujá, uma de minhas prediletas, também chamada de flor da paixão e que  traz em si a representação da Paixão de Cristo e cookies, porque afinal ninguém é de ferro, só que os fiz bem pequenos e ao invés de misturar os pedaços de chocolate na massa, coloquei gotas enfeitando. Ficaram bem saborosos e além do mais são pequeninos, matam o desejo com Temperança.

terça-feira, 15 de novembro de 2011

Já que vivemos num país tropical, aproveitemos as bananas…

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Tem gente que acha que a grama do vizinho é sempre mais bonita.  Acha que vivemos num país atrasado, situado nos trópicos , povoado por gente ignorante e outros adjetivos perjorativos, típicos de quem não ama e nem dá  o devido valor às suas raízes.Estão sempre se referindo ao exterior, aos produtos que vem de fora, às frutas importadas, caríssimas e sem o frescor das nossas, já que tiveram que percorrer longas distâncias para chegar até nós. Não sou uma nacionalista radical, caso contrário me igualaria àqueles que abomino e têm vergonha de ser brasileiros, apenas acho que se deve dar a “César o que é de César”. Se vivemos neste País, por que não usufruir de suas belezas, suas dádivas, seu clima, a grande diversidade de paisagens, como que procurando agradar a todos os gostos, e principalmente suas frutas?  Quem procura adquirir um pouquinho de conhecimento sabe que somos muito invejados pela variedade de alimentos que possuímos, os nativos e os que aqui se aclimataram.

Penso que na natureza é tudo feito de maneira muito sábia, nós é que às vezes não nos apercebemos direito dos valores. Assim é com a banana, todo mundo gosta, mas tem vergonha de dizer. Como é uma fruta comum, que dá em qualquer quintal, não fica chic dizer …”banana é minha fruta…” Antes, diz-se quando alguma coisa é muito barata que tem preço de banana. Assim banana tornou-se coisa de pobre.

Mesmo assim ela é gloriosa, tudo feito com ela é delicioso e pipocam receitas em que ela brilha como ingrediente.  Recentemente colhi um cacho de bananas que , talvez devido ao grande período de seca não estava com as bananas graúdas. Mas como beleza não é tudo e elas estavam bem gostosas, parti para fazer bolo, sorvete e como não podeira deixar de ser  Pão de banana. Tirei a receita do livro da Sara Lewis, O livro dos pães.

Claro que fiz minhas adaptações, não seria eu se não o fizesse. Ficou melhor do que esperava, tanto o sabor como o aroma da banana sobressaíram bem. Faz o lanche da tarde ficar divino, se houver crianças por perto então… Se não houver, seja a própria.

Ingredientes

Banana prata bem madura      300g

Suco de limão        2 colheres de chá

Água fria                                   200g

Cacau orgânico                          20g

Leite em pó                                20g

Sal marinho                                 6g

Açucar mascavo                        20g

Açucar cristal                            20g

Manteiga sem sal                      40g

Farinha de trigo para pães      500g

Canela em pó          1 colher de chá

pimenta da Jamaica ou

noz moscada          1 colher de chá

Fermento seco instantâneo        6g

Chocolate ao leite                   180g

Pasta de amendoim                100g

Primeiro bati no liquidificador a banana com a água,  leite em pó, suco de limão, açucar mascavo, açucar cristal e o cacau. Coloquei na MFP e acrescentei os outros ingredientes, menos o chocolate e a pasta de amendoim. Selecionei e liguei a máquina e deixei completar o ciclo massa.  Na receita da Sara o pão e modelado em pão de forma, mas achei mais interessante formar uma trança. Coloquei a massa sobre a bancada polvilhada com farinha, separei em tiras, abri levemente , espalhei o chocolate em pedaços, alternado com a pasta de amendoim, fechei bem e trancei, colocando em forma de fundo falso bem untada e enfarinhada. Deixei crescer por 1 h. Antes de levar ao forno polvilhei cacau e açucar cristal. Forno preaquecido por 50’. Desenformei e coloquei novamente no forno, sobre a grade para evitar que ficasse qualquer umidade que viesse a prejudicar a textura do pão.            

Pão de aveia e milho

 

É mais do que sabido que gosto de coisas saudáveis, naturais, saborosas  e que não engordem, nessa ordem. Sendo assim estou sempre estudando uma maneira inventar receitas que sejam agradáveis à vista e ao mesmo tempo não nos deixe com a consciência pesada ao saboreá-las. Então vou acrescentando fibras , diminuindo a quantidade de sódio, aumentando a dose de amor quando estou manuseando os ingredientes etc.

Também não gosto de desperdícios, imagino que se eu fizer a minha parte, posso não mudar o mundo, mas dormirei  mais tranquila ( cadê o trema?, eu adorava trema). Dessa vez era o fubá a bola da vez. Comprei 1 kg, ainda tinha um pouco em casa e ganhei 2 . Os produtos naturais por não terem conservantes não possuem a durabilidade dos industrializados, têm que ser utilizados logo. Qual a solução? Bolo de milho, pão de milho… mas quem é que suporta comer sempre a mesma coisa? Dizem que passar a semana comendo a mesma coisa todo dia é bom para emagrecer, deve ser porque depois do 3º dia não se come mais nada. A solução foi inventar moda, deu certo, ficou bonito, gostoso e saudável, quanto a engordar não sei, é só não exagerar. A textura é  macia, é rico em fibras, acompanha bem um chá , um café ou um chocolate quente, meu preferido.

Ingredientes

Água fria                                           500g

Sal marinho                                         16g

Leite em pó                                         40g

Açucar  cristal orgânico                      30g                       

Manteiga sem sal                             100g

Farinha de trigo para pães               800g

Aveia em flocos grossos                   100g

Fubá de moinho                               150g

Fermento seco instantâneo               16g

A maneira de fazer os pães na MFP é sempre a mesma, então não vou ser repetitiva, é só colocar os ingredientes na ordem, selecionar o ciclo massa, ligar, modelar , deixar crescer e levar a assar.  Como muitas pessoas não possuem MFP e perguntam se o resultado é o mesmo se for feito manualmente, tenho testado cada receita fazendo ao mesmo tempo na MFP e misturando na batedeira e depois sovando com as mãos. Não vi diferença, a não ser a praticidade que a MFP proporciona, principalmente para quem não tem muito tempo disponível.

Depois de modelar, pincelar com leite e salpicar aveia em flocos inteiros.

Dicas – Quando usar o sal comum no lugar do marinho, diminua a quantidade pela metade.

quarta-feira, 9 de novembro de 2011

Mantas, cueiros etc…


Não resta a menor dúvida que a cada dia nos sentimos mais reféns da escassez de tempo, não há o que fazer, a não ser nos adaptarmos . A praticidade é uma das formas de enfrentarmos o problema e é aí que aconselho, quanto menos babados, melhor. Babados, tiras bordadas, enfeites de material misto, laços, fitas, tudo isso exige tempo na hora de lavar e passar a roupa do bebê. Uma manta com babado de bordado inglês é linda, mas se estiver mal passada fica horrível, demonstrando desleixo e falta de cuidados. Portanto, se você não tem muito tempo disponivel, faça sua opção por uma enxoval mais prático, e com prático não quero dizer sem graça.  Uma moldura de tecido alegre, de qualidade, vão tornar uma manta  agradável à vista, ao tato, e principalmente fácil de cuidar. Lembrem-se, roupa de bebê precisa ser lavada e passada constantemente.
Para quem pediu um PAP sobre mantas, aí vai, espero que seja esclarecedor, caso contrário, escreva novamente.
Depois que o tecido escolhido foi molhado e passado, cortar no tamanho desejado, não esquecendo de acrescentar margem para as costuras ( em torno de 1cm em toda a borda). Escolher então a largura da moldura, que vai depender exclusivamente do gosto pessoal de cada um. Pessoalmente utilizo entre 7 e 9 cm, ficando a moldura depois de pronta com 5 a 7 cm.
O comprimento de cada moldura deve ser exatamente o mesmo da manta. Estenda a manta sobre uma mesa e disponha as tiras das molduras nas bordas.
Sobreponha os cantos. Coloquei tiras em cores diferentes para evidenciar o encontro nos cantos.

Marque o final de cada tira com uma régua formando um ângulo de 45° . Se quiser passe um traço para facilitar na hora de costurar.
Marque,  passando a ferro.

Costure à máquina, abra as costuras, passe e apare as sobras, deixando apenas uma margem .
Faça assim nos 4 lados.Estenda então a manta  sobre a superfície de trabalho, com o avesso para cima. Se for forrar sobreponha o tecido do forro, com o lado direito para cima. Cuidadosamente coloque a moldura, com o avesso para cima. Alfinete, tendo o cuidado de prender primeiramente os cantos. Se não tiver muita prática, é bom passar um alinhavo, retirando os alfinetes, assim o trabalho ficará facilitado.
Passe uma costura por toda a manta, prendendo a moldura. Vire pa o lado direito e passe a ferro. É preciso cuidado ao passar para não esticar as bordas, pouse o ferro delicadamente sobre a peça.
Ajeite a moldura, vire a borda para o lado de dentro, passe a ferro, alfinete e se for o caso, alinhave. Passe então uma costura rente à borda , prendendo e fazendo o acabamento.
Não tenha pressa de terminar uma peça, o acabamento é muito importante e se mal feito vai estragar todo o trabalho.
Não se esqueça de passar a ferro após cada etapa para que as costuras fiquem bem assentadas.
À propósito as imagens estão na ordem para a realização do trabalho.

terça-feira, 8 de novembro de 2011

Pão de milho com ervas

 

Geralmente quando se fala em pão de milho, vem à nossa memória  aquele pãozinho redondo,  de sabor adocicado, temperado com erva-doce e polvilhado de fubá. Uma excelente pedida para acompanhar o café ou chá da tarde, principalmente se for chá de erva-doce ou canela. E ainda mais se estiver fazendo um friozinho como hoje.

Perdoem-me se os fiz ficar com saudades ou vontade de saborear o pãozinho de milho, mas este é um pão salgado. Não sou muito fã de coisas doces. Gosto, mas não à toda hora, parece que doces foram feitos para beliscar porque uma pequena quantidade já nos deixa satisfeitos. Agora os pães salgados abrem o apetite, até pelo aroma que exalam ao sair do forno.  Muitas vezes sou impulsionada por algum desejo que nasce de mansinho, tão leve que nem chego a notar a princípio, vai se apoderando de mim, e quando me dou conta, estou inventando alguma receita que absolutamente não sei se vai dar certo ou ficar comível.

Foi assim hoje pela manhã. Estava limpando os vasos de ervas, tirando as folhinhas secas, dando beliscões nas pontas para ativar a brotação, replantando cebolinhas e imaginando o que farei com tanto manjericão , que floresce mais rapidamente do que consigo consumir, replanto para ter sempre fresco e as mudinhas se multiplicam  cada vez mais. Bem, nesses momentos esqueço o mundo e me concentro nos aromas e sabores, sim, vou mordiscando coentro, salsa, cebola, salvia etc. Depois como uns tomatinhos, folhinhas de hortelã e vou pensando em inventar algo com o que mais estiver me apetecendo àquela hora.

Com tanta erva dando sopa, por que não fazer um pão com uma porção delas? E por que não um pão de milho, já que estou com excesso de fubá? Comecei colhendo as ervas antes que o sol esquentasse. Fiz um mix de alecrim, manjerona, sálvia, manjericão,coentro, salsa, cebolinha e  orégano. Fiz a massa do pão acrescentando 2 colheres de alecrim bem picado. Enquanto levedava piquei as outras ervas, ralei um pouco de parmesão em tirinhas e amassei no almofariz 2 colheres de sal grosso com pimenta calabresa.

Depois da massa crescida, dividi em 2 partes e fiz uma delas enrolada como pão de forma. A outra, abri com rolo, pincelei com uma generosa camada de manteiga, polvilhei as ervas, o queijo e 1 1/2 colher do sal grosso triturado com pimenta. Enrolei como rocambole, apertando  e fechando bem as pontas. Coloquei numa forma de pão de forma, pincelei com 1 ovo levemente batido com 1 colher de azeite de oliva e salpiquei o restante do sal. 

Ficou excelente sob todos os aspectos, sabor, aroma, textura e outros que posso ter esquecido. A foto saiu ao contrário, enfeitei com um cordão de massa simbolizando um “M “de milho, ficou de cabeça para baixo e acabou sendo um “ W “, de outra coisa, não sei bem o quê, mas como para bom entendedor um risco é letra, fica o dito pelo não dito .

Ingredientes

Água  fria                         360g

Açucar cristal                     20g

Sal marinho                       20g

Manteiga                           80g

Fubá de milho                 240g

Ovos                        1 unidade

Farinha de trigo pães     800g

Fermento seco instantâneo 15g

Alecrim picado      2 colheres

A maneira de fazer é a mesma dos outros pães, depois dos ingredientes bem misturados e a massa bem sovada, deixar descansar por 1h 30min. Modelar os pães e deixar crescer mais 50 min. Forma untada e polvilhada com fubá. Forno preaquecido por cerca de 40min, ou até estar corado e com som de oco ao ser batido com os nós  dos dedos.

sábado, 5 de novembro de 2011

Bolo de banana da Luci

 

Todo mundo já sabe que tenho uma especial atração por tudo que é feito de banana, principalmente bolo e sorvete, e também que sempre dou meu pitaco nas receitas dos outros. Foi o que acabei de fazer. Essa receita já é deliciosa, mas não pude resistir à tentação de introduzir algumas mui pequenas alterações.

A Luci que me perdoe,  masLuciana Danin e Mel as alterações vieram bem a calhar, e o que parecia impossivel aconteceu, o bolo ficou melhor ainda.

Ingredientes

Banana prata bem madura         4 unidades

Ovos                                           4 unidades

Óleo                                           1 xícara

Açucar cristal                            1 xícara

Açucar mascavo orgânico         1 xícara            

Farinha de rosca                    2 1/2 xícaras

Canela em pó                          1 colher

Fermento químico em pó          1 colher

Uva passas escuras                 1/2 xícara            

Frutas cristalizadas                   1/2 xícara

Castanha do Pará fatiada         1/2 xícara

Agora minhas alterações.Na receita original são 2 xícaras de açucar comum, como adoro açucar mascavo mudei para meio a meio.  Além da canela em pó, acrescentei 1 colher de café de pimenta da Jamaica , 1 colher de chá de cardamomo e 1 pitada de cravo , todos moídos e misturados à canela.

Usei uvas passas claras, 1 xícara e 1/2 de ameixas, demolhadas em 3 colheres de vodka.Como não tinha castanhas do Pará, substitui por castanhas de caju. Acrescentei 1/2 xícara de gotas de chocolate amargo.

Bater no liquidificador as bananas, os ovos e o óleo. Passar para uma tigela e acrescentar o açucar, a farinha de rosca, as especiarias e o fermento. Por último misturar delicadamente as frutas , metade da castanha e as gotas de chocolate.

Untar uma forma e polvilhar com açucar e canela. Colocar a massa e enfeitar com o restante das castanhas. Forno preaquecido a 180° por 40 ‘.

O aroma desse bolo é delicioso, mescla a banana com as especiarias e o açucar mascavo.Vai muito bem com café, chá ou o que quiser. Só não estraguem com refrigerante que é excessivamente doce e impede de sentir os sabores do bolo.

quinta-feira, 3 de novembro de 2011

Mantas, cueiros e mães de 1ª viagem

 

  Prometi um post sobre mantas, e começo passando algumas dicas importantes que se deve observar antes de começar a fazê-las

Antes de tudo , atenção ao comprar os tecidos. Nunca, jamais, em tempo algum compre qualquer tecido que não seja 100% algodão para o seu bebê. Isso inclui também os tecidos de forro, pois eles vão ficar em contato com a pele delicada  e se contiverem alguma porcentagem de sintéticos podem causar irritação. Se tiver alguma dúvida observe a ourela dos tecidos onde deverá constar a composição, pergunte a alguém mais experiente , teste a maciez, veja se amarrota. Os sintéticos não amarrotam e geralmente são ásperos.

Para mantas os mais utilizados são o fustão e o piquê, que são tecidos mais encorpados e que proporcionam uma aparência excelente à peça. À primeira vista podem parecer caros, mas acreditem vale a pena pois têm muita durabilidade e suportam a infinidade de lavagens a que são submetidas as roupas infantis.Escolhido e comprado o tecido o próximo passo é molhar para que encolha se for o caso e não apresente defeitos posteriormente. Para molhar, coloque o tecido dobrado em uma bacia com água e deixe por uma noite. Retire da água e estenda sem torcer ou esticar. Não repuxe o tecido, isso dificultará o trabalho. Depois de seco passe a ferro .

Outro passo importante é decidir o tamanho das mantas. A vantagem de se fazer um enxoval personalizado é justamente essa, poder escolher as peças e adaptá-las às nossas necessidades. Mantas são peças usadas nos primeiros dias, então vamos ter em mente que o bebezinho é pequeno e estava encolhido no útero. Precisa então de aconchego, para isso é mais fácil enrolá-lo em peças proporcionais, nada de roupas muito grandes ou mantas enormes .

Para os recém-nascidos um bom tamanho de manta é em torno de 80x80 cm. Já para os cueiros costumo adotar a nedida de 100 x 80 cm, já que os cueiros são peças de múltiplo uso, depois de cumprir a missão de enrolar o bebê nos primeiros meses, ele pode ser usado como forro para o carrinho, ou ser usado no berço protegendo o lençol, ou cobrindo o bebê, já que é leve.

Escolhido o tamanho, seleciona-se o motivo e o tipo do bordado, que além de ser uma questão de gosto também é influenciado pela moda. Atualmente o appliqué está em alta, mas quem quiser pode investir no ponto cruz, como nas duas mantas acima, com motivo de ursinho e cegonha. Fica um trabalho com aspecto clássico muito bonito.

Até algum tempo atrás as tiras bordadas imperavam nos acabamentos. São realmente muito lindas e enfeitam qualquer peça tornando-a mais nobre. Mas na prática dão muito trabalho. Os babados têm que ser muito bem passados para ficarem bonitos e com um bebezinho em casa o tempo torna-se muito escasso. As barrinhas de tecidinhos estampados, combinando com o restante do enxoval e também com os bordados, além de práticas ficam muito graciosas. Uma opção seria como a da manta de cegonha, a barrinha e um bordado inglês estreito e sem franzido. Enfeita e não dá tanto trabalho na hora de passar a ferro.

Estou preparando um PAP de como cortar e aplicar as barrinhas, publico em breve.

quarta-feira, 2 de novembro de 2011

Se a vida lhe der um limão, faça uma limonada…

 

No meu caso foi uma tempestade que encheu meu quintal de mangas verdes. Quando vi a quantidade, fiquei triste, porém,  como o tempo não espera ninguém, tive que agir rápido.Como  já tinham caído mesmo, a solução era encontrar uma maneira de aproveitá-las, lembrei-me então de fazer um doce de mangas verdes.  Atualmente quase não se vê esse doce, mas era muito comum no meu tempo de criança e tem um azedinho delicioso. Claro que eu não tinha nenhuma receita e nem tempo para procurar, a solução era improvisar.

Recolhi as danadinhas, escolhi as que estavam com a casca perfeita. Como caíram em cima da grama amendoim, que está bem fofinha, salvaram-se quase todas. Lavei bem e levei a cozinhar, com casca e tudo. Fui testando com um garfo porque não queria que ficassem muito cozidas, só o suficiente. Deixei esfriar, descasquei, fatiei e passei tudo no processador, usando a tecla pulsar. Pesei e levei ao fogo usando a proporção de 2:1 ( para 2 kg de  manga, 1  kg  de açucar cristal orgânico). Quando o açucar estava dissolvido, diminui a chama para o mínimo e deixei por cerca de 30’. Provei, estava muito azedo, acrescentei mais 500g de açucar e voltei ao fogo, crescentando também alguns cravos da Índia.  Depois de 15’ comecei a tirar o ponto , não queria nem tipo geléia e nem de corte, e sim um meio termo, o chamado doce de colher. Gente, deu certo. Ficou uma delícia, azedinho, com uns pedacinhos crocantes para a gente mastigar. Detesto coisas moles tipo mingau, sempre gosto de sentir alguma crocância nos alimentos, afinal para quê temos dentes?

terça-feira, 1 de novembro de 2011

Bolo do Gasparzinho, a receita

 

Pelas cobranças que recebi sobre a receita, desconfio que haja mais bruxas do que imaginava e todas ansiosas para fazer o bolo do fantasma.

E acreditem, realmente ficou muito bom, devo porém avisar que é um bolo para chocólatras, quem está acostumado com achocolatados talvez ache o sabor um pouco forte. Agora, para quem ama chocolate é um manjar dos deuses.

Adaptei mais ou menos a receita do famoso Nega Maluca, utilizando como medida uma xícara de 250 ml.

Ingredientes

Ovos                                     3 unidades

Farinha de trigo                    2 1/2 xícaras

Amido de milho                    1/2 xícara

Açucar cristal orgânico         2 xícaras

Óleo  de milho                      1/2 xícara

Leite integral quente             1 xícara

Chocolate em pó 50%           1/2 xícara

Cacau orgânico                     1/2 xícara

Nescafé Tradição                  2 colheres

Fermento químico                  1 colher

Peneire juntos a farinha, o amido, o chocolate , o cacau e o Nescafé.Bata no liquidificador os ovos, acrescente o óleo e o açucar e bata até o açucar está dissolvido,junte o leite. Vá despejando aos poucos sobre a mistura de farinha e chocolate, mexendo com um fouet ou espátula, de maneira que fique bem uniforme. Por último junte o fermento e misture delicadamente. Leve a assar em forma bem untada e enfarinhada. Usei uma  redonda de fundo falso, untada e forrada com papel manteiga, também unado, apenas para facilitar na hora de desenformar. O forno deverá estar quente a 180°. Asse por cerca de 40 a 45’.

Enquanto assa, prepare a calda e o recheio e cobertura.

Calda – Misture bem 1 vidro de leite de coco com 4 colheres de leite condensado, Nestlé, por favor, os outros são muito doces.

Castanhas ou nozes para polvilhar (usei castanhas de caju)

Recheio e cobertura

Leite condensado                     1 lata, menos as 4 colheres da calda.

Cacau orgânico                         4 colheres

Chocolate em pó 50%               4 colheres

Manteiga sem sal                      1 colher

Mel de abelhas                          1 colher

Nescafé Tradição                       1 colher

Extrato de baunilha                    1 colher

Misture os ingredientes, com exceção da baunilha e leve ao fogo brando mexendo sempre até o ponto de brigadeiro mole. Tire do fogo e acrescente a baunilha.

Desenforme o bolo, corte ao meio e coloque uma das partes em uma bandeja ou prato de servir. Com um pincel culinário umedeça o bolo com a calda. Espalhe uma parte do recheio e salpique as castanhas picadas. Cubra com a outra metade do bolo, espalhe o resto da calda, o restante do recheio e castanhas.  Deixe descansar um pouco antes de servir para que a calda seja bem absorvida. É um bolo úmido.

Patchwork da Mommy



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