sábado, 29 de setembro de 2012

Sorte, não custa dar uma mãozinha…

 

Mais um dia 29, mais um dia de comer nhoque prá dar sorte. Se é superstição ou não, se é certo acreditar ou não, não vem ao caso. O que me interessa mesmo é que adoro nhoque e isso de dar sorte é uma ótima desculpa para saboreá-lo.

Gosto tanto de nhoque que nunca me esqueci da primeira vez que preparei sozinha uma receita de nhoque, tinha 14 anos, convidei umas colegas de escola para almoçar e elas foram minhas cobaias. Como eram educadas disseram que estava uma delícia, eu acreditei porque o resto da família também gostou.  Tirei a receita do livro da D.Benta com que meu pai tinha presenteado minha mãe no 1º aniversário de casamento. Creio que era um incentivo para que ela se dedicasse às panelas, não deu certo, ela nunca gostou de cozinhar, embora fosse especialista em algumas receitas como pizza, pão de queijo, biscoito de queijo, bolo de amor e a famosa canja de galinha amada por todos os netos e bisnetos.  Bastava alguém se queixar de alguma dor ou gripe e lá vinha a canja de galinha, inesquecível,  a panela era grande mas nunca sobrava nada.

O presente de meu pai não deu certo prá minha mãe, mas foi meu primeiro guia rumo à arte, por muitos desvalorizada, que é transformar simples ingredientes em iguarias inesquecíveis.

Em uma onda de saudosismo tentei reproduzir o nhoque da mesma maneira que o fiz naquele domingo distante. Algumas modificações foram inevitáveis, como a maneira de cozinhar as batatas.  As batatas eram cozidas em uma panela cheia de água, creio mesmo que muitas pessoas ainda o fazem, eu porém acho que ficam encharcadas, perdem sabor e torna-se necessário acrescentar muita farinha para obter o ponto de enrolar.

Na verdade não cozinho legumes ou verduras em água, ou os faço assados ou no micro-ondas sem acrescentar nenhum líquido, só o que cada alimento já contém.  Aproveito o forno quente depois de assar o pão e coloco minhas beterrabas, cenouras, batatas-doces, batatas inglesas, abóboras etc, todas embrulhadas em papel alumínio . Não deixo que atinjam o ponto de cozimento completo, verifico com um garfo e tiro antes que amoleçam. Coloco imediatamente na geladeira para cortar o cozimento e depois vou utilizando quando necessito.  O que se ganha em sabor é incrível.

Passo as batatas bem quentes pelo espremedor e acrescento a manteiga, incorporo bem e deixo esfriar, só então acrescento os outros ingredientes. Prefiro o queijo parmesão, não aquele de saquinho, melhor comprar em pedaço e ralar na hora de usar. Quem acha o parmesão muito forte pode usar o minas curado.

Ingredientes

1.300 g de batata inglesa cozida e espremida

3 colheres de manteiga

1 ovo

3 colheres de queijo ralado

10 colheres de farinha de trigo.

À medida que os nhoques vão cozinhando, vou colocando no escorredor e logo após passo para o refratário e os envolvo com um pouco de manteiga para que se conservem soltinhos e polvilho queijo ralado para que fiquem mais saborosos. Só então coloco o molho e não em grande quantidade, só o suficiente para gratinar. Sirvo o restante do molho à parte.  Esse nhoque foi servido com molho de carne e tomates que fiz logo cedo e demorou umas 3 h para ficar pronto, em fogo bem baixo e reduzindo lentamente.

Mais uma vez colaborei com minha sorte, mal não faz!!!

quinta-feira, 27 de setembro de 2012

Pão de batata-doce







Desde sempre gostei de batata-doce. Quando pequena não entendia porque os adultos davam preferência à batata inglesa para fazer purês. Quando tive idade de alcançar o fogão um dos primeiros pratos que preparei foi um purê de batata-doce. Depois de pronto coloquei em uma travessa e por cima espalhei uma camada de manteiga bem fresca, que minha mãe tinha acabado de fazer. Nunca tinha comido nada tão saboroso. Até hoje amo purê de batata-doce. E tenho inveja dos americanos que têm aquelas batatas-doces alaranjadas tão lindas. Há algum tempo vi em algum blog americano ou australiano, não lembro bem elogios a um pão batata doce, a única dica que dava é que o peso da batata seria o mesmo da farinha de trigo. De posse desses dados adaptei uma fórmula, juntei alguns sabores e estava pronto um lindo e saboroso pão. Não esperava que ficasse tão bonito.
Ingredientes
500 g da batata doce assada e espremida

500 g de farinha de trigo
2 colheres de açucar mascavo
2 colheres de manteiga
2 colheres de creme de leite
1 colher, das de chá, de sal
1 ovo
1 colher, das de chá, de canela em pó e de noz moscada ralada na hora.
Não costumo cozinhar batatas inglesas ou batatas-doces em água, prefiro assá-las para que conservem melhor o sabor. Lavo bem lavadas, embrulho em papel alumínio e coloco no forno a 150°, até que ao testar com um garfo não ofereça resistência, mas ainda esteja firme. É só tirar do forno, esperar esfriar um pouco e utilizar.
Colocar todos os ingredientes na MFP e prosseguir normalmente. Fiz a modelagem em forma de bola porque é a maneira que acho mais bonita, dá a impressão de um pão mais rústico.

quarta-feira, 26 de setembro de 2012

Bolo de arroz com cobertura de goiabada

 

Aqui no Brasil a farinha de arroz não é tradicionalmente usada nas receitas de bolo, parece-me que esse é um costume de Portugal. Algumas cidades porém ainda guardam as receitas trazidas pelos portugueses à época da colonização. Gosto muito de bolo de arroz, pela sua textura acompanha maravilhosamente uma xícara de café. A receita tradicional que conheço é preparada em um dia e assada no outro, para o café da manhã. É saboreado quentinho e lembra a cidade de Goiás e doces e empadão e infância.  As receitas mudaram ou o tempo é que passou muito rápido, o certo é que os sabores  já não são os mesmos.

Um dia desses fui comprar fubá de canjica pra fazer a Broa do Genro e o feirante me ofereceu um fubá de arroz, também artesanal e que me despertou a vontade urgente de fazer um bolo de arroz.  Pensa que pensa resolvi inventar alguma coisa que não apenas eu gostasse, mas que com alguns toques tomasse um ar de  “modernice”, tão apreciado pela pessoas.  Para completar uma cobertura feita com uma goiabada que tinha ganhado e imaginei daria um contraste ao sabor do bolo,  além  é claro da cor tão bonita.

Ingredientes

2 ovosbolo de arroz, patê de fígado e galinhas 017

1 xícara de açucar cristal

70 g  de manteiga amolecida

1/4 xícara de coco ralado integral

100 ml de leite de coco (1/2 vidro)

1 xícara de leite integral

1/2 xícara de queijo ralado

1 xícara de fubá de arroz

2 colheres de farinha de trigo

1 colher de maizena

1/2 colher de fermento químico em pó.

Quando vou usar coco ralado costumo hidratá-lo antes com alguns dos líquidos da receita. Nessa usei o leitr de coco, é só colocá-lo em uma vasilha, despejar o leite de coco e aguardar alguns minutos. Bata todos os ingredientes o liquidificador e leve a assar em forma untada e enfarinhada. O forno deverá estar quente a 200°. Usei uma forma de fundo falso porque acho mais cômodo para desenformar.

Cobertura

150 g de goiabada bem picada

100 ml de creme de leite fresco.

Pode ser usado o de caixinha dissolvido com um pouco de leite para ficar mais líquido. Levar ao fogo baixo mexendo sempre até a goiabada estar completamente dissolvida. Esperar amornar para facilitar a tarefa de espalhar. Depois de frio mesclei com colheradas de creme de leite e fiz arabescos com um garfinho, só para dar um charminho a mais.

Ficou um bolo de arroz diferente do que conhecia,  mas guardou o sabor do ingrediente principal. Interessante que ao fazer uma pesquisa sobre bolos de arroz encontrei uma receita que absolutamente não levava nada de arroz, só o nome.

Parece que ficou bom, já que só durou 24h. O genro que tinha dado a goiabada foi o primeiro a provar.

segunda-feira, 24 de setembro de 2012

Patê de fígado, mais uma comfort food

bolo de arroz, patê de fígado e galinhas 028

Alguns  vão achar estranho que eu considere patê de fígado uma comford food. Mas é uma das que mais me lembram a infância e era uma especialidade de meu pai. Fígado não costuma ser uma iguaria muito apreciada entre os mortais comuns. É necessário saber prepará-lo, usar os temperos certos para realçar o sabor sem deixá-lo enjoativo.  Houve uma época que minha filha Cynthia estava com problema de saúde e tinha anemia constante e o patê era uma boa maneira de estar saboreando o fígado.  Amor sanduiches de patê e o de fígado é o que mais se destaca. 

Com a chuva no fim de semana, a temperatura caiu um pouco o que virou desculpa  para tomar vinho e para acompanhar, uns canapés com patê de fígado e champignon.

Ingredientes

200g de fígado de galinha cozido

1 cebola pequena picada

3 colheres de conhaque

2 colheres de azeite

1 pãozinho amanhecido, sem casca e embebido em creme de leite fresco ou de caixinha

cebolinha, salsa, coentro, manjerona, orégano, sálvia , usei todos frescos.

Pimenta do reino e pimenta da jamaica ( se não tiver, use noz moscada ralada na hora)

2 colheres de manteiga

5 castanhas do Pará picadas.

Aquecer o azeite, refogar a cebola, acrescentar o fígado cortado e flambar com o conhaque. Acrescentar as ervas, as pimentas e o pãozinho, incorpore bem , prove o sal, retifique se necessário. Tire do fogo, deixe amornar e passe no processador ou liquidificador, juntando as castanhas. Coloque em uma vasilha e acrescenta a manteiga. Deixe na geladeira por cerca de 2 horas para que os sabores se concentrem e a textura fique mais encorpada. Sirva sobre torradas, fatias de pão integral, bolachinhas ou o que mais apetecer.

sábado, 22 de setembro de 2012

Encantamento ou a chegada da primavera

 

 

Há um encantamento diferente quando chega a primavera. Eu pessoalmente amo o outono, mas não posso negar o quanto a chegada da primavera mexe comigo. E não é preciso consultar o calendário, ela chega com força total iluminando tudo e anunciando que a Terra revive e  rebrota com vigor enchendo os olhos de esperança. O dia e a noite terão ambos 12 horas. `As vezes deixamos de prestar atenção nos fenômenos da natureza, e é aí que ela nos pega de surpresa. Chega a primeira chuva limpando o firmamento e lavando as plantas  sem distinção, árvores de grande porte e plantinhas rasteiras e  nos assustamos, já chegou a primavera?  Passaram os dias curtos e as noites longas e preguiçosas.

De repente o sol começa a acordar mais cedo  e iluminar com mais vigor o horizonte, as chuvas, à princípio tímidas, ficam constantes e impetuosas. As paisagens embotadas, sobretudo aqui no cerrado onde tudo fica ressequido e retorcido, se enchem de graça e sacudindo a poeira ressurgem belas e floridas.  Com toda pujança aquelas flores tão pouco admiradas e taxadas pelos “entendidos” de simples, irrompem com suas cores brilhantes pontlhando nosso cerrado de vida. É preciso ter olhos de “ver” para sentir toda a mudança que se processa de um dia para o outro. E coração e alma de poeta para amar tudo o que tão gentilmente nos cai nos braços.

Olhando pela janela da cozinha enquanto fazia meu pão, observei ontem,  pássaros minúsculos nos galhos do pé de acerola. Bicavam os ramos e faziam algazarra como se trabalhassem em equipe, trocando idéias sobre a melhor forma de construir o lar. Arrancavam as folhinhas secas e pedacinhos de casca e céleres alçavam voo na direção dos galhos mais altos da mangueira. É lá que fazem os ninhos e criam seus filhotes, comem minhas mangas, atas, bananas, pitangas, jabuticabas etc e me deixam muito feliz por terem escolhido meu quintal para viver e criar família, me deixam com a certeza que por um bom tempo ainda despertarei com o seu cantar alegre e despreocupado.

É primavera e estou extremamente feliz, principalmente pelo privilégio de morar em uma casa com quintal grande, repleto de árvores onde vivem,  além dos pássaros, borboletas, joaninhas, louva a Deus, mamangavas e até uma casa de abelha Jataí. As galinhas são despreocupadas, botam quando têm vontade e não sob pressão. Ovos assim só podem ser mais saudáveis. Talvez por isso meus pães e bolos fiquem tão saborosos.

Seja bem vinda primavera, encha nossos corações de amor e esperança, o mundo bem que está precisando disso!

quinta-feira, 20 de setembro de 2012

E a brincadeira continua…

 

Começa a 2ª semana da brincadeira. Vamos gente, percam a timidez e escrevam o que realmente sentem. Quem continuar tímido pode escrever para o email, prometo não publicar, leio só para mim.

Essa é para quem gosta de Sunbonnets, assim como eu.  Prá falar a verdade já bordei tantas que perdi a conta, e a cada vez que começo uma nova série o entusiasmo se renova, é como se fosse a primeira vez. Elas são encantadoras , fazem a gente lembrar as crianças do século passado, sempre bem vestidas e educadas. Com esse pode-se fazer uma almofada, um painel ou o que quiser, é só ir acrescentando molduras que combinem até chegar ao tamanho desejado.

Segundo minha amiga Su, as pessoas já ficam imaginando o que vão fazer com o bordado, então pensem e respondam se gostam mais de:

  • costurar
  • bordar
  • cozinhar
  • comer

Vou sortear pelos nomes, a pergunta é só para conhecer melhor meu eleitorado.

Boa sorte.

quarta-feira, 19 de setembro de 2012

Chegada da primeira filha…


tartelette de uva, salada de figado, cupcake de abobrinha 009
Há muitos anos atrás, não vou dizer quantos porque ela não quer, eu esperava ao mesmo tempo a chegada da primavera e de minha primeira filha. Foi em um domingo ao meio dia, dizem que quem nasce no domingo é preguiçoso, preguiçosa não sei, mas mandona foi e ainda é demais. As irmãs sofreram com ela.  Mas é em momentos como esse que vejo o quanto nossa memória é seletiva, permanece tudo presente como se hoje fosse. Creio que com todos os pais acontece o mesmo, os filhos crescem, casam, têm filhos, mas para nós permanece sempre aquela figurinha do bebê recém-chegado ao mundo, frágil, doce e sempre lindo. Não há bebê feio, mesmo os que têm cara de joelho.  Sempre adorei os preparativos de aniversário, mas o tempo passa e de repente não depende mais da gente festejar. No caso da Cynthia, com tantos problemas de saúde, alguns já vencidos outros ainda por vencer, a vida já é uma verdadeira festa.
Foi o  primeiro presente que Deus me pôs nos braços, mal tinha completado dezenove anos mas me sentia uma mãe capaz e muito competente. E tinha ao meu lado meu pai que cheio de livros sobre criação de bebês me assessorava e tomava conta dela quando eu saía para trabalhar.
Ela foi minha cobaia, mais tarde quando as outras vieram já tinha aprendido muito. Mas como a maior preocupação de toda mãe e alimentar os filhos, tentei fazer um almocinho que a agradasse, pinçando as poucas coisas de que ela gosta. Fígado é uma delas, fiz então uma receita de salada da Nigella Lawson do livro Nigella Express. A cara dela, fígado de galinha, rúcula e alface americana. Para acompanhar cupcakes de abobrinha, alho-poró, ervilhas , azeitonas e parmesão.

Para finalizar tartelettes de uva e maracujá. Ela gosta de coisas leves e refrescantes e de muitos legumes e como está muito calor, agradou.
O cupcake fui eu mesma que inventei com os ingredientes que tinha à mão.
Deus abençoe e guarde minha filha e lhe dê vida longa sobre a Terra!

Pão de campanha

Pão de campanha é aquele  que podemos chamar de simplesinho básico já que só utilizamos pouquíssimos ingredientes e creio deve ser excelente para quem faz dieta. É o verdadeiro pão francês na França, pois pode ser encontrado em qualquer localidade do país. Originalmente é feito com fermento natural, o “levain” ou massa mãe o que proporciona um sabor característico e uma casca mais rija. Admiro quem usa fermento natural, eu porém que vivo nesse calor tropicalíssimo não me arrisco a cuidar  de um.

Fiz minha opção pelo fermento seco instantâneo Saf instant, que preenche minhas necessidades. Compro a embalagem de 500g e conservo na geladeira, permanece inalterado até o fim. Este pão é muito dácil de fazer, dá um ótimo resultado e é ideal para acompanhar sopas ou servir com patês.

Ingredientes

350 ml de água gelada

1 colher de azeite de oliva

1 colher, das de chá, de sal

8 g de fermento instantâneo seco

Se for usar a MFP é só colocar os ingredientes na ordem acima, escolher a função massa e completar o ciclo. Tirar a massa da cuba, modelar em formato de bola, ou como gostar mais, deixar crescer por cerca de 40’ e levar a assar como de costume, não esquecendo de pulverizar com água fria para que a casca fique crocante.

Fiz um patê de ricota para acompanhar o pão.

      Ingredientes do patê

100g de ricota fresca

3 colheres de creme de leite, pode ser de caixinha

2 colheres de queijo parmesão ralado em forma de filetes

3 azeitonas pretas picadas

Passe a ricota por peneira ou amasse com um garfo e acrescente os demais ingredientes,  prove o sal e se necessário corrija. Faça um mix com as ervas frescas de sua preferência, agregue ao paté e regur com um fio de azeite de boa qualidade.

Sou suspeita para opinar porque adoro pães e queijos, mas como acabou no mesmo dia, suponho que ficou bom mesmo.

segunda-feira, 17 de setembro de 2012

Morangos e tartelettes

 

tortinha de morango 030

Apesar do calor escaldante nessa terra abençoada por Deus, os morangos estão mais doces e bonitos a cada dia. Ontem para a sobremesa fiz  “tartelettes de morango”, a filhota disse que estavam iguais a de uma Boulangerie em Paris. Como ela costuma ser muito franca e não diz nada  só para agradar, acreditei.

A receita foi adaptada do livro “Recettes de base : pâtes, preparations, sauces…”.  Tenho por hábito fazer primeiro a massa para que possa ficar na geladeira por cerca de 2h antes de ser utilizada. Assim a manteiga vai se solidificar tornando mais fácil moldar a massa.

Ingredientes

320g de farinha de trigo

50g de amido de milho

30g de açucar (usei cristal)

1 pitada de sal

180g de manteiga sem sal, gelada, cortada em pedaços

1 ovo batido

5 colheres de água

Costumo usar o processador na tecla pulsar para agregar os ingredientes, é bom lembrar que massas amanteigadas devem ser feitas rapidamente.  Para fazer manualmente é só misturar com as pontas dos dedos até formar uma bola. Embrulhar a massa em plástico e guardar na geladeira.

Creme de confeiteirotortinha de morango 028

500ml de leite

4 gemas de ovos

175g de açucar

30g de farinha de trigo

1 colher, das de café, de extrato de baunilha

1/2 colher de manteiga sem sal.

1 caixinha de morangos bem lavados e sem cabinhos

Esquentar o leite e reservar. Bater as gemas com o açucar até o ponto de creme, acrescentar a farinha de trigo e misturar ao leite batendo sempre. Levar ao fogo em fogo baixo, mexendo sempre por 5 minutos. Tirar do fogo e acrescentar a baunilha e a manteiga mexendo bem. Colocar em um refratário e cobrir com filme plástico deixando que fique bem encostado na superfície do creme para que não forma película. Enquanto esfria, abra pequenas porções de massa diretamente nas forminhas de tartelettes. Pessoalmente gosto de massas finas, mas fica a gosto de cada um a espessura, fure o fundo com um garfilho para evitar que cresçam. O forno deve estar bem quente, preaquecido a 220°.  Asse por cerca de 15’ ou até que estejam douradas. Leve a esfriar,  sem tirar das formas sobre uma grade.

Depois de bem frias, recheie com colheradas do creme de confeiteiro e cubra com morangos inteiros ou em pedaços. Leve para gelar por 1h antes de servir.

sábado, 15 de setembro de 2012

Por que patchwork?


Traduzida ao pé da letra a palavra patch, seria pedaço, remendo. Patchwork, o trabalho de emendar pedaços.  Figurativamente Patchwork,  é um conjunto formado de elementos heterogêneos ou disparatados  unidos de forma harmoniosa.
Uma mesma palavra pode ter significados diversos, tudo depende de quem a emprega e principalmente os sentimentos envolvidos no instante em que foi dita. Marcam mais as sensações que propriamente o símbolo gráfico. Assim a palavra patchwork sempre despertou muitos sentimentos em mim.
Do tempo em que devorava os livros de Laura Ingalls, trago a garra, a força, a coragem que norteava aqueles desbravadores lutando por um pedaço de terra onde pudessem produzir e tirar o sustento da família e ainda a devoção e a infinita fé que depositavam em Deus. O Senhor do Universo que lhes dera a inspiração para, fugindo da perseguição religiosa que assolava a velha Europa, refugiar-se em um Mundo Novo, onde como na Terra Prometida  à Moisés, pudessem livremente praticar seus ritos, adorando o Deus que escolheram, da maneira que melhor lhes aprouvesse. E à noite, as mulheres se reuniam costurando, iluminadas apenas pela tênue luz de um lampião e no entanto felizes e cheias de esperança num futuro sempre melhor para os seus.
Mais tarde, grávida de minhas filhas, costurava seus enxovais e também imaginava como se sentiriam quando as envolvesse naquelas peças. Será que além do aconchego conseguiria transmitir a elas também o carinho e o amor com que as bordava? Eram momentos muito meus, de muita felicidade, mas só meus. Esse foi um ritual que repeti para todos os netos. Ir às lojas fazer compras é muito bom, mas para mim nada supera o prazer de costurar uma peça para pessoas que amo.
Patchwork da Mommy é a minha alma exposta, o resultado da união de partes de uma vida que nem sempre foi fácil. Pedaços felizes sendo realçados por outros nem tanto, mas que foram ali colocados justamente com a função de lembrar que na alternância reside a sabedoria de bem viver. Posso dizer que é o produto de muito amor que tentei espalhar por onde passei.  Nem sempre consegui que me entendessem , é bem verdade, mas tudo que fiz foi de coração. Alguns me julgaram segundo seus parâmetros, nenhum trocou de lugar comigo sequer por um dia. E é assim que amo a vida, cheia de percalços, estou sempre pronta para transformá-los em oportunidades de aprendizagem.
A jornada de publicar também não é fácil, às vezes precisamos lutar para não deixar transparecer a tristeza que nos pega desprevenidos e que não queremos transmitir aos outros. Ocasiões houve em pensei desistir, parei, descansei e segui adiante.  Agora, passados mais de mil dias posso dizer que me sinto muito feliz por ter conseguido fazer chegar a tantas pessoas um pouco do que aprendi pela vida afora. E o mais importante foi ter enriquecido minha “Colcha”, com tantas palavras gentis e de incentivo que recebo diariamente. Pessoas que tiram um pouquinho de seu tempo para me mandar um  email de agradecimento que, confesso, sempre me pegam de surpresa  e me dão mais força para prosseguir.
É um trabalho onde a cada dia será acrescido mais um “patch” e que espero perdure por muitos mais anos, nesse afã que tenho de conhecer, ensinar e também espalhar muito amor e carinho entre todos aqueles que um dia cruzarem meu caminho. Pessoas que de uma maneira ou outra Deus pôs na estrada de minha vida para me darem alento mostrando que viver vale a pena se amamos e nos ocupamos em fazer os outros felizes.

sexta-feira, 14 de setembro de 2012

O melhor da festa… o Bolo de chocolate

 

Sou como criança, bolo de aniversário prá mim tem que ser de chocolate. Não serve chocolate ao leite, chocolate branco e muito menos achocolatados. Tem que ser chocolate com muito cacau e pouco açucar.  Em matéria de bolos sou como minha mãe, bolo tem que ser feito com manteiga, o sabor dela é inconfundível. Aliás, na cozinha como em tudo na vida prefiro ingredientes de primeira. Não sei quando foi que começou essa onda de que manteiga, ovos, leite integral e açucar fazerem mal. O que faz mal na realidade é o consumo exagerado de qualquer coisa. O que é dosado só pode fazer bem. Não se faz aniversário todo dia então não se come bolo de festa todo dia. Mas no dia especial, ah!, o bolo tem que ser especial também, com tudo que tenho direito. Passei dias matutando sobre o recheio que empregaria, fiz várias experiências e acabei optando por nozes e tâmaras. Já havia decidido que faria um bolo de três camadas, o famoso  “triple layer chocolate cake “, mas queria recheios diferentes nas camadas, diferentes mas que se complementassem. Existe, em casos como esse o risco de uma escorregadela e ir tudo por água abaixo, quando os sabores não combinam entre si e destroem completamente o sonho de qualquer doceira que se preze.  Acontece que quando o céu conspira a nosso favor tudo dá certo . Vou publicar a receita em outro post, só porque estou com as emoções à flor da pele, lembrando de meu querido irmão que faria aniversário hoje.bolo de aniversario blog 012

Tradicionalmente no meu aniversário o bolo era sempre de coco e no dele era de chocolate.

O bolo de coco de minha mãe era maravilhoso e todos esperavam meu aniversário para saboreá-lo, mas eu sempre gostei mais do bolo de chocolate. Nunca disse nada para não aborrecer as pessoas que faziam meu bolo, minha mãe, a saudosa tia Carmem, que ajudou a nos criar e a tia “Jus”, o apelido que demos à  tia Maria de Jesus.

quinta-feira, 13 de setembro de 2012

Prá quem não gosta de pão integral

 

Gosto não se discute, cada um tem o seu e sinceramente acho uma perda de tempo ficar insistindo para com as pessoas para que gostem de algo simplesmente porque é saudável ou pior, alguém falou que é bom para emagrecer. Simplesmente não cola. Eu adoro grãos integrais, mas sei que tem muita gente que não gosta. Pode-se argumentar que os integrais são mais nutritivos, saciam mais (isso já comprovei que é verdade, 1 fatia de pão integral equivale a 2 de um pão de farinha refinada), têm fibras etc. Se a pessoa não gosta vai comer contrariada ou forçada como se fosse uma obrigação. Caso esteja acima do peso vai comer só para acalmar a consciência, quem sabe até acompanhado de um copo de refrigerante diet, claro,atualmente há uma devoção avassaladora aos produtos diet ou light.

Sinto-me na obrigação de confessar que produtos diet ou ligth não fazem parte de minha dieta diária. Sou da turma que entende que quanto mais natural o alimento melhor, quanto mais pudermos evitar conservantes, acidulantes e outros “ antes”, mais nossa saúde agradecerá. Nosso organismo precisa de carboidratos, proteínas, gorduras, sal, açucar, vitaminas etc, para funcionar a contento. O que não se pode é exagerar, tem que seguir o meu lema Temperança- nem tanto ao mar, nem tanto à terra. Cada um deve se analisar e concluir o que faz bem ao seu corpo. E também não se entregar à inatividade física, ingeriu energia tem que gastar, nada de economizar para o mês seguinte.

Este pão é muito fácil de fazer, leva apenas ingredientes básicos e pode ser congelado.

Ingredientes

350 ml de leite integral gelado

50 ml de água gelada

1 ovo

1 colher de manteiga sem sal

1 colher de azeite de oliva

1 colher de açucar mascavo

1/2 colher de sal marinho

650 g de farinha de trigo para pães   (às vezes vai um pouco mais, depende da umidade, tamanho do ovo etc) , equivalente a cerca de 4 xícaras e meia de farinha.

2 colheres de chá de fermento biológico instantâneo.

Se for utilizar a MFP, colocar os ingredientes na ordem acima, selecionar o ciclo massa e completar a função. Depois de crescido, tirar da cuba, modelar os pães, deixar crescer novamente até dobrar de volume e assar da maneira habitual, forno preaquecido a 220°, nos primeiros 10’, reduzir para 180°  e continuar assando até ficar com a casca dourada . Um bom teste para saber se está assado é bater com os dedos fechados, deverá emitir um som oco. Deixar esfriar sobre uma grade. Nunca corte um pão quente, ele continua assando enquanto esfria.

Nota ; se quiser uma casca mais crocante, coloque uma latinha com gelo dentro do forno, o vapor que será produzido vai enrigecer a casca e torná-la quebradiça.  Pode também borrifar com spray de água gelada a intervalos de 10’, enquanto o pão assa, tendo o cuidado de fechar rapidamente o forno .

Comemorando o aniversário do blog

 

 jolie e bordados 010

Comemorar é sempre bom e comemorar  muito é melhor ainda. Comemorar em alto astral e muita alegria é o que quero. Preciso demonstrar a todos que me visitam o quanto são importantes para mim. Pensei em fazer um sorteio como costumam fazer outros blogs, no entanto acho sorteio uma coisa meio sem graça, me parece que é deixar o desejo entregue ao léu, ao acaso. Gosto de concorrência, de mostrar do que gosto e porque gosto, imagino que a maioria das pessoas concorda comigo. Por vezes precisamos de um empurrãozinho para mandar a timidez embora. Mas basta dar o primeiro passo e pronto.  Essa é a oportunidade que pretendo dar a todos vocês. Estou iniciando na data de hoje um concurso  que se estenderá por 4 semanas. A cada semana entregarei um brinde ao vencedor.  Para concorrer é muito simples, basta escrever um comentário sobre seu hobby preferido e o que ele representa em sua vida. Poucas palavras, mas do fundo do coração. Vamos levar em conta a emoção que a pessoa consegue passar com palavras.

jolie e bordados 009

Esses dois bordados serão o brinde dessa semana, a escolha será feita no dia 20/09, quando ao mesmo tempo que anunciarei o ganhador, mostrarei o brinde da semana seguinte.

Mãos à obra e sorte a todos, ponham a criatividade para funcionar.

Quem não quiser usar o espaço destinado aos comentários pode mandar para meu email de contato que está no lado direito do blog.

terça-feira, 11 de setembro de 2012

Cupcake de morango

pão, D'Artagnan, cupcake de morango 038

Os morangos estão uma verdadeira tentação, lindos, doces, maravilhosos. Na rua em cada esquina há vendedores, com o calor que faz aqui em Goiânia, evito comprar frutas  ou qualquer tipo de alimento que não esteja devidamente refrigerado. Mas quando entro no supermercado e vejo as gôndolas de frutas abarrotadas de morangos, não resisto. A salada do almoço sempre tem morango. Já é meu costume acrescentar frutas às minhas saladas, acho que folhas e frutas são uma ótima e saudável combinação, se acrescentar um molho feito com iogurte e hortelã, além de refrescante fica divino.

Domingo fiz sorvete de morango para a sobremesa, ontem mousse de morango e hoje pretendia fazer tortinhas de morango. Porém quando já ia preparar a massa lembrei que tinha feito iogurte com o leite e o sol estava absurdamente quente, impossível sair para comprar. Sem leite não podia fazer o creme de confeiteiro do recheio. Adiei então as tortinhas e fiz cupcakes.

Fiz uma massa basiquinha, acrescentei morangos picados e gotas de chocolate. Depois de frios cobri com ganache.

   Ingredientes

1/2 xícara de açucar

80 g de manteiga sem sal, amolecida

2 ovos

1 1/2 xícara de farinha de trigo para bolos

1 xícara de morangos grosseiramente picados

1 colher, de chá, de extrato de baunilha

1/2 colher, de chá, de fermento químico em pó.

Não usei a planetária, com a batedeira portátil bati a manteiga com o açucar, acrescentei um ovo de cada vez, batendo após cada adição. Fui juntando então a farinha aos poucos, mexendo com um fouet, depois o morango e o fermento.  Minha forma de cupcakes é daquelas com teflom, coloco sempre 2 forminhas em cada cavidade. Coloquei uma colherada de massa, 4 gotas de chocolate forneáveis, geralmente uso da Arcor meio amargo, e mais uma colherada de massa. As forminhas não podem ficar muito cheias. Assei em forno preaquecido por 20’, a 180°. Esperei esfriar para espalhar o ganache da cobertura.  Rendeu 12 bolinhos, que ficaram deliciosos.

domingo, 9 de setembro de 2012

Aniversários

 

Amo aniversários. São de um significado enorme para mim, a vitória de mais um ano, que pode ter sido cheio de alegrias ou nem tanto, mas que foi vivido. É a reverência ao Supremo Ser que nos proporcionou a vida e o dom de vivê-la junto aos que amamos  e que nos amam. Uma criança que nasce, um animalzinho que chega à nossa casa, uma união que se consolida, alguém especial que conhecemos… Todas as coisa são de alguma maneira criadas, e há um sopro divino em tudo, afinal todos temos uma centelha , uma faísca de Deus.  A cada aniversário revejo em minha mente todas as coisas boas que obtive, tenho péssima memória para más lembranças, o que não deixa também de ser uma bênção.

Dessa vez o aniversário não é meu ou de alguma pessoa de meu convívio, mas é de algo muito importante para mim. Tão importante que passou a fazer parte da minha pessoa e muitas vezes me pego assumindo a personalidade dele. Nasceu em um mês de setembro, prenunciando a primavera, a estação que enche nossos corações de esperança já que tudo renasce e fica mais vibrante. Assim como qualquer outro nascimento foi precedido de muito preparo, cuidados, previsões, como se isso adiantasse alguma coisa. Mãe de 1ª viagem é sempre mãe de 1ª viagem. E assim foi comigo quando fiz vir à luz o meu querido “Patchwork da Mommy”.  Depois de algum tempo incubando o desejo como qualquer grávida, preparando o enxoval psicológico para tornar público o que antes só conheciam os mais íntimos, tomei a decisão e no dia 05 de setembro de 2.009, nascia o meu querido Blog.

Não escolhi a data, foi ao acaso, como aquele bebê que chega quando quer e não no dia planejado pelos pais. Estava encerrando o “Receitas da Mommy” e partindo para algo mais abrangente, onde pudesse falar de todos os meus amores e não só culinária.

Que me recordasse o passado vivido entre livros, orientada por um pai amoroso mas extremamente exigente, que teimava em sufocar em mim o crescente desejo de aprender trabalhos manuais.  Pintura e música eram as únicas artes permitidas e incentivadas.  Por muito tempo me dediquei à pintura e sem o amor à música minha vida teria muito menos encanto. Tudo o que vivi e aprendi me tornou o que hoje sou e não posso guardar essas dádivas só para mim, preciso dividir com todos que também têm sede de conhecer coisas novas.

Essa foi a sementinha do blog que germinou e tem dado bons frutos, me levado a conhecer pessoas maravilhosas e principalmente tem me dado uma grande razão para continuar.

quinta-feira, 6 de setembro de 2012

Mini quiche de abobrinhas

 

mini-quiche de abobrinha 006

Amo abobrinhas, aquelas bem pequenas, recém-colhidas, as chamadas abobrinhas italianas, são minha paixão. Ficam deliciosas em qualquer preparo. Compro sempre poucas unidades porque um de seus encantos é estar fresquinha. Domingo as fiz grelhadas com filé de frango, um almoço dos deuses.

Só que tenho uma outra paixão culinária, mais uma, quiches. Uma quiche reúne tudo que gosto, massa crocante e quebradiça, vários tipos de queijo, ovos, creme de leite, ervas, enfim tudo de bom. Hoje então seria dia de quiche de abobrinha. Não uma quiche grande assada em minha forma companheira de muitos anos, mas nas mini-formas, presente da filhota Fernanda e que ainda  não havia usado.Não sou muito de seguir regras rígidas a respeito de nada, muito menos em receitas. Se não tenho um ingrediente, lanço mão de outro, o que tenho feito bastante desde que me mudei para longe do burburinho onde estão os grandes supermercados, que aliás me cansam mais que satisfazem. Aprendi a gostar de comprar em um local pequeno, muito limpo, com atendentes bem educados, onde as verduras  e as frutas são sempre fresquinhas, porque são adquiridas em pequena quantidade e a variedade satisfaz plenamente à minha necessidade. Comprei então uma ricota fresquíssima, queijo prato e parmesão. Uma garrafinha de creme de leite fresco e pus mãos à obra. Prefiro fazer massas amanteigadas no processador, aproveitei e já reduzi a abobrinha em tirinhas, coloquei em uma peneira, polvilhei sal e deixei escorrer para perder um pouco de líquido.

Ingredientes da massa

300g de farinha de trigo

150g de manteiga sem sal

1 ovo

4 colheres de água gelada

1/4 de colher, das de chá, de fermento químico em pó.

Juntar os ingredientes rapidamente até formar uma bola, envolver em plástico e deixar na geladeira por cerca de 2 horas.

Ingredientes do recheio

250g de abobrinha italiana ralada em filetes

1/2 cebola bem picadinha

1 dente de alho pequeno

1 pitada de pimenta calabresa

2 colheres de azeite de oliva

1 tomate picado ( como os tomates estão excessivamente caros e não vou me submeter a qualquer tipo de exploração, optei por usar uns tomates desidratados que tinha em casa. Piquei bem miudinho e hidratei em azeite de oliva extra-virgem)

100g de ricota fresca amassada

80g de queijo prato em cubinhos

50g de parmesão ralado em filetes

2 ovos

200ml de creme de leite fresco

Ervas frescas picadas, usei salsa, orégano e cebolinha francesa. Cada um usa o que mais gosta ou tem facilidade de encontrar.

Misturar a ricota amassada com o queijo prato e o parmesão, acrescente um pouco de creme de leite para dar liga.

mini-quiche de abobrinha 009Aquecer o azeite levemente, refogar a cebola, o alho, a abobrinha  e o tomate. Temperar com sal se necessário, o parmesão costuma ser salgado. Se estiver usando outro tipo de queijo prove e acrescente mais sal. Acrescentar as ervas e deixar esfriar..Misture com um garfo ou fouet os ovos com o creme de leite , não bata, só misture até ficar homogêneo.

Monte as quiches forrando as forminhas com a massa. Eu abro com as mãos diretamente nas formas. Fure o fundo com um garfo, espalhe uma leve camada de abobrinha e por cima os queijos. Cubra então com a mistura de ovos e creme de leite, uma camada fina , usei 2 colheres em cada forminha. Polvilhe queijo parmesão ralado fino e farinha de rosca em partes iguais.Arrume as forminhas em um tabuleiro.

O forno deve estar bem quente, 250° . Depois de 10’, reduza para 180° de deixe mais 15’ ou até dourar.

quarta-feira, 5 de setembro de 2012

Sorvete de goiaba, delícia…

 

Setembro chegou trazendo temperaturas tão altas que de repente parece que Goiânia se transformou na ante sala do inferno. Ou na cratera de um vulcão, prefiro a parte do vulcão porque me faz lembrar o Vesúvio e a Itália  e Itália me faz lembrar sorvete. É assim uma coisa lembra outra, não importa o que se lembra, cada um tem suas próprias lembranças. É quase certo que lembranças de sorvete nos remetem à infância e quem é que não gosta de se recordar daqueles deliciosos sorvetes de antigamente?

Era uma época em que ninguém se preocupava em engordar, mesmo porque quase não se via obesos. Obesidade mórbida então, nunca tinha ouvido falar. E como não se sabia da existência dessa tal de obesidade, tomávamos sorvetes e não engordávamos. Acho que o que acontece agora é o poder do pensamento positivo ao contrário, temos tanta fobia de engordar que o pensamento não nos abandona nunca e assim engordamos com qualquer migalha ingerida.  Hoje o sorvete foi de goiaba. Não é que a goiabeira tenha carregado não, mas as frutas estavam bem graúdas e doces , então, sorvete nelas.

Ingredientes

5 goiabas grandes, descascadas e cortada em pedaços.

300ml de creme de leite fresco

300ml de leite integral

1 xícara rasa de açucar cristal

Se quiser tire as sementinhas da goiaba. Bata tudo no liquidificador e leve para gelar. Bata conforme as instruções de sua sorveteira.

Patchwork da Mommy



...um lugar para se falar de patchwork, quilt, receitas culinárias,gatos, plantas e o que mais vier...

LinkWithin

Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...